• Especiais
  • Gente
  • Zoom
  • De Bem Com a Vida
  • Cotidiano
Revista Dolce

Test Drive

Audi Q7 surpreende pela tecnologia e ótimo desempenho em qualquer situação.

Esportes

A falta de atividade física aumenta o risco de morte. Exercitar-se é mais fácil do que parece.

No Coração da Medicina

O que faz um médico ser diferente? Provavelmente, a paixão pelo ser humano.

XL VARADERO 1000

A touring com disposição de big trail da Honda.

Amor e Chantilly

O amor, em essência, deve ser alegre, criativo, leve e prazeiroso.

A Hora do Voto

As expectativas de moradores do Morumbi para a próxima administração municipal.

MELHOR IDADE COM QUALIDADE

Exercícios: nunca é tarde para começar!

EDITORIAL

Com a palavra, a Editora.

50 Motivos para amar o MorumbiEquipe DolceEstádio do Morumbi

Torcida organizada só com três

Na adolescência, Cássio Bacile, junto com os amigos Beto e Fernando, formou a torcida organizada Paixão Tricolor. Eles tinham uma bandeira que levavam para os jogos e a abriam junto da torcida Independente, onde ficavam com outros amigos. Nessa mesma época, saindo de um bar dentro do estádio do Morumbi com cervejas, foram pegos pelo Juizado de Menores. Eles ficaram trancados em uma sala e sentiram medo de seguirem para a delegacia. Cássio estava sem a identidade, portava apenas a carteira de estudante do Colégio Rio Branco, que o denunciou – era menor de idade. Por sorte, foram soltos no intervalo de “São Paulo x Ponte Preta” e puderam conferir o finalzinho do jogo, que ficou empatado. Em 1985, Cássio foi morar na França, onde jogava no time da empresa. Era celebrado por ser brasileiro. Lá, ele percebeu a importância da organização para o sucesso de um time e angariou muitos torcedores são-paulinos. De volta ao Brasil, Cássio casou-se com a carioca flamenguista Ana Paula e escolheu o Morumbi para morar porque é o lugar que abriga o time do coração. Antes disso passou por dificuldades numa família palmeirense. Ele só virou tricolor por influên­cia de um tio e do primo Milton Fernandes, que lhe presenteou com uma camisa do Piau, que guarda até hoje. Piau foi campeão pelo São Paulo em 1975 e usava a camisa 11. Cássio tem boas lembranças de futebol. Na final do Brasileiro em 1986, entre São Paulo e Guarani, foi para Campinas no ônibus da torcida organizada Independente. Ele passou por um sufoco quando a condução foi apedrejada, mas o susto maior veio com o próprio jogo. O time do coração foi campeão brasileiro no último minuto, com um gol de Careca. Cássio tem um filho de três anos, Léo, que também é são-paulino. O garoto foi cercado de todas as maneiras, a começar pelo pediatra, que é tricolor roxo. Recentemente, o filhote entrou no estádio junto com o time. Cássio também pisou na grama do Morumbi na inauguração do Santo Paulo Bar. Ficou realmente feliz de ver o estádio daquele ponto.

)" " /> )" " />