O que faz um médico ser diferente? Provavelmente, a paixão pelo ser humano.
Um cheese-salada muito diferente. Vale a pena experimentar.
Tire suas dúvidas para o segundo turno.
Só elogios na conclusão do assunto!
Exercícios: nunca é tarde para começar!
Uma das minhas lembranças mais bacanas da infância era a admiração que eu tinha pelos médicos. Eram pessoas com aquela capacidade mágica de adivinhar exatamente qual era o problema, acertar na mosca qual era o remédio certo para curar qualquer que fosse a dor. Nunca tive vontade de cursar medicina, até porque na época havia um seriado de TV com três detetives maravilhosas, que fazia enorme sucesso, e eu queria mesmo era ser uma delas. Mas bastava uma dor de garganta mais forte para eu deixar qualquer pretensão mais mirabolante de lado e choramingar pro meu pai me levar ao dr. Luizinho, claro que meio ressabiada com a provável hipótese de uma bela injeção, mas também com a certeza de que a dor iria passar. Grande amigo da família, ele cuidou de mim e dos meus irmãos durante toda a nossa infância e adolescência, e muitos anos depois, quando eu já tinha desistido há muito tempo de salvar o mundo dos bandidos, ele veio a se tornar até padrinho do meu casamento. Pouco nos falamos atualmente, uma vez por ano e olhe lá, mas a lembrança dele como alguém que fazia toda a diferença na minha vida perdura até hoje.
Assim como ele, há vários seres especiais que cuidam de seus pacientes tanto com a razão quanto com o coração. Fazemos, neste mês em que se comemora o Dia do Médico, uma homenagem a todos eles no relato da trajetória de dois desses profissionais queridos, dr. Claudio Basbaum e dr. Gerson Gomes da Silva, ambos moradores do Morumbi e cirurgiões dedicados à missão de buscar a cura efetiva de seus pacientes.
Circulamos também pelos bastidores do São Paulo Futebol Clube – o nosso clube de bairro – para desvendar qual é o segredo do seu sucesso e descobrimos que não é só em campo que há um time batendo um bolão por lá. Conheça quem são os outros craques que vestem – e suam! – a camisa tricolor.
Por falar em vestir a camisa, vamos todos nos revestir de cidadania e votar de forma consciente neste mês de outubro, tanto no primeiro quanto no eventual segundo turno. É a vida da nossa cidade e a qualidade da nossa vida que estão em jogo. Um jogo que não acaba em 90 minutos...
Boa leitura!
Denise Gonçalves
denise@editorasupernova.com.br